Implante Dentário

Implante Dentário: como funciona, para quem é indicado e quais são as etapas?

Dr. Hugo Robertson·22 de agosto de 2026·7 min de leitura
Implante Dentário: como funciona, para quem é indicado e quais são as etapas?

Dr. Hugo Robertson durante avaliação para implante dentário

O Dr. Hugo Robertson vai tirar suas principais dúvidas sobre implante dentário.

Perder um dente pode afetar muito mais do que a aparência do sorriso. A falta de um dente pode dificultar a mastigação, alterar a forma como os outros dentes se encostam e fazer com que muitas pessoas se sintam inseguras para sorrir ou falar.

Mas será que o implante dentário é indicado para todo mundo? Como funciona o tratamento? É possível colocar o implante no mesmo dia? E quem tem pouco osso pode fazer?

Neste artigo, o Dr. Hugo Robertson, especialista em Implantodontia, explica as principais dúvidas sobre o tratamento, desde a avaliação inicial até a instalação da prótese.

Ao longo do conteúdo, você vai entender como funciona o implante dentário, quais são as etapas do tratamento, quem pode fazer e quais fatores precisam ser avaliados antes da indicação.

O que é um implante dentário?

O implante dentário é uma estrutura instalada no osso para substituir a raiz de um dente perdido.

Depois da integração do implante ao osso, uma prótese é instalada sobre essa estrutura para substituir a parte visível do dente.

De forma simplificada, o tratamento envolve:

Implante → conexão protética → coroa ou prótese

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Por isso, implante dentário e prótese não são exatamente a mesma coisa. O implante funciona como o suporte instalado no osso, enquanto a prótese é a parte responsável por reproduzir o dente ou os dentes perdidos.

Para quem o implante dentário é indicado?

O implante pode ser indicado para pessoas que perderam:

  • Um único dente;
  • Dois ou mais dentes;
  • Vários dentes;
  • Todos os dentes de uma arcada.

A solução muda conforme a quantidade de dentes perdidos e as características de cada caso.

Quando apenas um dente foi perdido, por exemplo, pode ser planejado um implante unitário.

Quando vários dentes estão ausentes, pode ser necessário planejar uma reabilitação parcial.

Já para quem perdeu todos os dentes de uma arcada, existem alternativas como a prótese protocolo, que utiliza implantes como suporte para uma prótese fixa.

Por isso, não existe um único tipo de implante ou uma única técnica indicada para todos os pacientes.

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Como é feito o implante dentário?

O tratamento começa antes da cirurgia.

1. Avaliação odontológica

Primeiro, o profissional avalia a boca e conversa com o paciente para entender a perda dentária, tratamentos anteriores, expectativas e condições de saúde.

Também são analisados dentes, gengiva, mordida e espaço disponível para a futura prótese.

Essa etapa é importante porque o implante precisa ser planejado pensando também no dente que será colocado sobre ele.

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2. Exames e diagnóstico

Os exames de imagem ajudam o profissional a avaliar a região que receberá o implante.

A radiografia panorâmica pode fornecer uma visão geral das estruturas da boca. Dependendo do caso, outros exames, como a tomografia, podem ser necessários para uma análise mais detalhada.

A quantidade de exames necessária depende da complexidade do tratamento e da avaliação profissional.

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3. Planejamento do tratamento

Depois da avaliação e dos exames, o profissional define qual é a melhor estratégia para aquele caso.

São considerados fatores como:

  • Localização do dente perdido;
  • Quantidade e qualidade óssea;
  • Condição da gengiva;
  • Mordida;
  • Espaço disponível;
  • Tipo de prótese;
  • Necessidade ou não de procedimentos complementares;
  • Condições gerais do paciente.

O planejamento da prótese antes da instalação do implante é especialmente importante porque a posição do implante precisa ser compatível com a função, estética e higienização da futura reabilitação.

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4. Instalação do implante

Com o planejamento definido, o implante é instalado cirurgicamente no local determinado.

A técnica utilizada depende das características do caso. Em determinados pacientes, o planejamento digital e a cirurgia guiada podem contribuir para uma abordagem mais precisa e menos invasiva.

Isso não significa que todos os pacientes serão submetidos à mesma técnica.

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5. Período de integração

Depois da instalação, ocorre o processo de osseointegração, no qual o implante se integra ao tecido ósseo.

O tempo necessário varia conforme o paciente, a região tratada, a estabilidade obtida e o planejamento realizado.

Por isso, não é correto determinar um prazo único para todos os tratamentos.

6. Instalação da prótese

Depois que as condições clínicas permitem, a prótese é confeccionada e instalada sobre o implante.

Em alguns casos selecionados, é possível utilizar protocolos de carga imediata, permitindo que o paciente receba uma prótese em um período muito mais curto.

A possibilidade de realizar carga imediata depende da avaliação clínica, da estabilidade dos implantes e do planejamento protético.

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É possível colocar o implante no mesmo dia?

Em alguns casos, sim.

A chamada carga imediata permite que determinados pacientes recebam uma prótese em um período curto após a instalação dos implantes.

Mas isso não significa que qualquer paciente possa colocar o dente definitivo no mesmo dia.

A indicação depende de fatores como estabilidade do implante, qualidade e quantidade de osso, condição clínica e tipo de reabilitação.

Por isso, promessas de "implante no mesmo dia" devem sempre ser analisadas de acordo com o diagnóstico individual.

Saiba mais sobre a nossa protese protocolo 12 horas.

Quem tem pouco osso pode fazer implante?

Essa é uma das dúvidas mais comuns.

Ter pouco osso não significa automaticamente que o implante seja impossível.

A perda óssea pode acontecer depois da perda de um dente e também estar relacionada a outros fatores, como doença periodontal, infecções ou tempo decorrido desde a perda dentária.

Dependendo da anatomia, existem diferentes possibilidades de planejamento. Em alguns casos, pode ser indicado enxerto ósseo. Em outros, podem existir alternativas que aproveitem áreas de osso disponíveis ou utilizem técnicas específicas.

Em situações de perda óssea mais avançada, principalmente na maxila, técnicas como o implante zigomático podem ser avaliadas em casos selecionados.

A definição depende dos exames e do diagnóstico.

Saiba mais em QUEM TEM POUCO OSSO PODE FAZER IMPLANTE?.

Implante dentário dói?

A cirurgia é realizada com anestesia local, portanto o paciente não deve sentir dor durante o procedimento.

Depois da cirurgia, pode ocorrer desconforto, inchaço ou sensibilidade. A intensidade e a duração variam de pessoa para pessoa e também dependem do procedimento realizado.

Seguir corretamente as orientações da equipe durante o período de recuperação é importante para uma boa evolução.

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Quanto tempo dura um implante dentário?

Um implante pode permanecer em função por muitos anos, mas não existe uma duração igual para todos os pacientes.

Higiene, acompanhamento profissional, condição da gengiva e do osso, tabagismo, sobrecarga mastigatória e outras características individuais podem influenciar a longevidade do tratamento.

Além disso, é importante entender que implante e prótese são componentes diferentes.

O implante pode permanecer saudável enquanto a prótese sobre ele eventualmente necessita de manutenção ou substituição.

Por isso, o acompanhamento depois do tratamento continua sendo importante.

Saiba mais em Quanto tempo dura um implante dentário?.

Quais cuidados são necessários depois do implante?

Depois da instalação do implante, o paciente recebe orientações específicas de acordo com o procedimento realizado.

Entre os cuidados que podem fazer parte do acompanhamento estão:

  • Higienização adequada;
  • Retornos periódicos;
  • Cuidados específicos com a prótese;
  • Controle da gengiva e do osso ao redor do implante;
  • Atenção a alterações na mordida;
  • Comunicação com o dentista diante de dor, sangramento, mobilidade ou outros sintomas.

A manutenção não deve ser deixada de lado mesmo quando o implante não apresenta dor.

O implante substitui um dente natural?

O objetivo do tratamento é substituir o dente perdido e recuperar função e estética, mas o implante não é um dente natural.

Ele possui uma estrutura diferente e precisa de cuidados específicos.

Quando corretamente planejado e acompanhado, pode oferecer estabilidade para a prótese e uma solução fixa para a perda dentária.

Como saber qual tipo de implante é indicado para mim?

Essa é uma pergunta que não pode ser respondida apenas pela internet.

O tipo de tratamento depende de fatores como:

  • Quantos dentes foram perdidos?
  • Há quanto tempo ocorreu a perda?
  • Como está o osso?
  • Como está a gengiva?
  • Como é a mordida?
  • Existe espaço suficiente para a prótese?
  • Há necessidade de enxerto ou outra técnica?
  • Qual é o objetivo da reabilitação?

Por isso, duas pessoas que perderam o mesmo tipo de dente podem receber planejamentos diferentes.

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Como funciona o planejamento de implantes na Odontoclinic Vila Mariana?

Na Odontoclinic Vila Mariana, o planejamento dos casos de implantes considera a avaliação clínica, os exames de imagem e o planejamento da futura prótese.

A clínica também trabalha com fluxo digital, incluindo scanner intraoral e laboratório digital próprio, permitindo integrar diferentes etapas do tratamento.

Os casos são coordenados pelo Dr. Hugo Robertson, cirurgião-dentista com atuação em Implantodontia e Reabilitação Oral.

A indicação do tratamento, entretanto, é sempre individual. A tecnologia e a experiência da equipe fazem parte do processo, mas o diagnóstico é o que determina qual caminho é adequado para cada paciente.

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Está pensando em colocar um implante dentário?

O primeiro passo é entender o seu caso.

Na avaliação, o profissional poderá analisar a região da perda dentária, os exames necessários e as possibilidades de tratamento antes de definir o planejamento.

Agende sua avaliação na Odontoclinic Vila Mariana e descubra quais opções podem ser indicadas para o seu caso.

Perguntas frequentes

Não. A indicação depende de uma avaliação individual, que considera as condições do osso, gengiva, mordida, saúde bucal e outros fatores clínicos. Mesmo pacientes com pouco osso podem, em alguns casos, ter alternativas de tratamento.

Em alguns casos, sim. Existem protocolos de carga imediata que permitem a instalação de uma prótese em um período curto após a colocação dos implantes. A indicação depende principalmente da estabilidade obtida, das condições ósseas e do planejamento de cada caso.

A cirurgia é realizada com anestesia local, portanto o paciente não deve sentir dor durante o procedimento. Após a cirurgia, podem ocorrer inchaço, sensibilidade ou desconforto temporário, que variam conforme o procedimento e as características de cada paciente.

A alimentação após o procedimento deve seguir as orientações da equipe responsável pelo tratamento. Mesmo quando existe uma prótese instalada imediatamente, o implante ainda precisa passar pelo processo de integração ao osso, por isso pode ser necessário adaptar a consistência dos alimentos e evitar sobrecarga na região.

Em muitos casos, sim. A quantidade de osso disponível é um dos fatores avaliados no planejamento. Dependendo da situação, podem ser considerados enxertos, técnicas específicas ou outras alternativas de reabilitação. O diagnóstico por exames é fundamental para definir a possibilidade.

Em alguns casos, sim. O chamado implante imediato pode ser indicado quando as condições da região são favoráveis. A decisão depende de fatores como quantidade e qualidade óssea, presença de infecção e características do local da extração.

O tempo varia de acordo com o caso. Alguns pacientes podem realizar protocolos de carga imediata, enquanto outros precisam aguardar períodos de cicatrização e osseointegração antes da instalação da prótese. Por isso, o tempo total do tratamento só pode ser definido após o planejamento individual.

Sim. Mesmo depois da conclusão do tratamento, o acompanhamento odontológico continua sendo importante. A higiene adequada, os retornos periódicos e a avaliação da gengiva, do osso e da prótese ajudam a preservar o tratamento ao longo do tempo.
REVISÃO TÉCNICA

Dr. Hugo Robertson

Com mais de 35 anos de experiência na Odontologia, o Dr. Hugo Robertson construiu sua trajetória profissional especialmente dedicada à Implantodontia, Prótese e Reabilitação Oral.

Especialista em Implantodontia e Mestre em Odontologia pela Universidade Paulista (UNIP), com concentração em Implantodontia, também possui publicação científica internacional na área, resultado de sua pesquisa acadêmica durante o mestrado.

Sua experiência clínica está diretamente ligada à evolução dos tratamentos com implantes dentários. Ao longo de sua trajetória, o Dr. Hugo foi pioneiro na utilização de protocolos de Carga Imediata, desenvolvendo uma abordagem própria para oferecer aos pacientes a possibilidade de ter dentes fixos em até 12 horas nos tratamentos indicados.

Hoje, sua experiência é aliada ao planejamento digital, exames de imagem, cirurgia guiada por computador e laboratório próprio, reunindo diferentes etapas do tratamento em uma estrutura dedicada à Implantodontia.

Na Odontoclinic Vila Mariana, o Dr. Hugo participa diretamente do planejamento e acompanhamento dos casos, desde a avaliação inicial até as etapas cirúrgicas e protéticas.

Mais de 15.000 implantes realizados e mais de 300 próteses protocolo.

CRO-SP 43.140
REVISÃO TÉCNICA Dr. Hugo Robertson Com mais de 35 anos de experiência na Odontologia, o Dr. Hugo Robertson construiu sua trajetória profissional especialmente dedicada à Implantodontia, Prótese e Reabilitação Oral. Especialista em Implantodontia e Mestre em Odontologia pela Universidade Paulista (UNIP), com concentração em Implantodontia, também possui publicação científica internacional na área, resultado de sua pesquisa acadêmica durante o mestrado. Sua experiência clínica está diretamente ligada à evolução dos tratamentos com implantes dentários. Ao longo de sua trajetória, o Dr. Hugo foi pioneiro na utilização de protocolos de Carga Imediata, desenvolvendo uma abordagem própria para oferecer aos pacientes a possibilidade de ter dentes fixos em até 12 horas nos tratamentos indicados. Hoje, sua experiência é aliada ao planejamento digital, exames de imagem, cirurgia guiada por computador e laboratório próprio, reunindo diferentes etapas do tratamento em uma estrutura dedicada à Implantodontia. Na Odontoclinic Vila Mariana, o Dr. Hugo participa diretamente do planejamento e acompanhamento dos casos, desde a avaliação inicial até as etapas cirúrgicas e protéticas. Mais de 15.000 implantes realizados e mais de 300 próteses protocolo. CRO-SP 43.140

Cirurgião-Dentista, especialista em Implantodontia, com atuação em Prótese e Reabilitação Oral e mais de 35 anos de experiência clínica. CRO-SP 43.140.